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EDIÇÃO #008 — MARÇO 2021
TEMOS UM NOVO SITE!
Quase a completar um ano desde que foi para o ar, o site d’Aquela Kombucha precisava de um makeover de forma a espelhar melhor a imagem (e mensagem) da marca. Além de nova roupagem, mais eletrizante, divertida e colorida, melhoramos questões de navegação, para que sejam mais fáceis e prazerosas as vossas visitas. Além das questões estéticas e funcionais, quisemos também acrescentar informação sobre os propósitos que nos guiam, a missão do projeto e também arquivar as iniciativas que temos vindo a desenvolver. 

Estamos orgulhosos, o site espelha melhor o que somos e de como gostamos de nos apresentar. Vão a www.aquelakombucha.pt e descubram o nosso mundo. Aguardamos o vosso feedback!

Boas navegações 😉


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Promoção válida de 10/03 a 16/03 para Portugal continental.    
Um tributo a Elas que possuem as maiores das sensibilidades de todos os seres, e que por isso conseguem compreender, gerir, mediar e governar melhor que qualquer outro. 

A curadoria desta playlist só poderia ser realizada por uma das melhores representantes femininas do mundo da pista de dança: MVRIA . Não percam tempo e viagem, ao comando dela, pela história da música das divas.


Ouve e segue aqui 
PLANTAMOS 100 ÁRVORES
NA SERRA DO ALVÃO

 
E VOCÊS CONTRIBUÍRAM AO BEBER
AQUELA KOMBUCHA DE MIRTILO!
Após alguns adiamentos, causados pelos sucessivos confinamentos, tivemos que reajustar o modelo de plantação, excluindo (infelizmente) a presença dos voluntários que se propuseram a plantar conosco. Mas no passado dia 2 de Março, juntamente com os voluntários da associação Plantar Uma Árvore, plantámos 100 árvores autóctones, entre Carvalho-negral, Faia, Medronheiro e Vidoeiro, na Serra do Alvão. 

O período de plantação estava a terminar (Novembro a Março) e as nossas árvores precisavam mesmo de ir para a terra, para enraizarem bem, crescerem saudáveis e contribuírem para a biodiversidade do ecossistema local. Esta foi a primeira de muitas campanhas a que nos queremos associar e tencionamos contribuir. No fundo, queremos retribuir à mãe natureza, um pouquinho do que ela nos dá. 

Queremos agradecer a todxs xs que contribuíram ao beber AK Mirtilo, a edição sazonal e limitada de 2020.
A Nonna Pasta Fresca nasceu em Fevereiro de 2020, pelas mãos de Ana Fernandes. Há já algum tempo que procurava rentabilizar os legumes e especiarias desperdiçados do quintal dos avós e após trabalhar num restaurante estrelado do Porto, onde aprendeu os segredos do mundo da pasta fresca, surgiu a ideia de criar o seu próprio negócio. 

As massas Nonna são feitas 100% com farinha de sêmola de trigo duro, respeitando a tradição italiana, e conjugadas com produtos biológicos que conferem sabor e cor às massas. Dispõe de 7 variedades de sabor - Simples, Espinafres, Beterraba, Alho, Malagueta, Tomate Seco e Tinta de Choco, disponíveis em 5 cortes diferentes: Tagliatelle, Pappardelle, Casarecce, Rigatoni e Lasanha. As combinações de sabores e cortes estão ainda disponíveis na versão não vegan (com ovo) e vegan, fresca ou seca. Há massas para todos os gostos! 

A Nonna faz entregas na região do Porto e envios para todo o país. O objetivo é a expansão, estar presente em mais pontos de revenda, explorar mais variedades, sabores e novos produtos, como as massas sem glúten que estão para breve, e claro, continuar a trazer a tradição italiana às casas portuguesas.

Estejam atentos e façam as vossas encomendas por email: nonna.pastafresca@gmail.com ou por mensagem no instagram ou facebook

Boas garfadas 
😊

Yoske
Nishiumi

Co-fundador da concept store
Out To Lunch: shop & ramen


outtolunch.pt
@outtolunch_shop
@outtolunch_ramen

PEQUENO ALMOÇO JAPONÊS E ALIMENTOS FERMENTADOS
 
Se alguma vez pernoitou num Ryokan tradicional (uma hospedaria típica) algures no Japão, deverá ter provado o seu pequeno-almoço. É servido no quarto, enquanto ainda se encontra com o seu pijama Yukata, sentado a uma mesa baixa no tapete de Tatami. Para aqueles que nunca o viveram, não deve ser fácil imaginar o que os Japoneses comem ao pequeno-almoço.
 

E muitos de vocês não conseguirão identificar se é de facto um pequeno almoço, um almoço ou jantar! Em que consiste o pequeno-almoço depende também da região. Eu sou da parte oriental do Japão, por isso decidi partilhar um pequeno almoço tradicional e autêntico da minha região.
 
- Tigela de arroz
- Sopa de miso

(à base de pasta de soja fermentada,
mais conhecida por Miso)
- Natto
(soja fermentada)
- Tsukemono
(vegetais fermentados, pickles)
- Filete de peixe grelhado
(com peixe cru ou fermentado)
- Omelete

No Japão, muitos alimentos fermentados fazem parte das refeições diárias, mas desempenham um papel significativo especialmente ao pequeno-almoço. O motivo principal deve-se aos alimentos fermentados combinarem especialmente bem com arroz branco – o alimento base da culinária japonesa. O segundo motivo é que os alimentos fermentados estão prontos a comer, não sendo necessário preparar ou cozinhá-los de manhã.
 
Quero-vos apresentar os dois produtos fermentados mais importantes, que não falham num pequeno-almoço Japonês. O primeiro é Miso, uma pasta espessa feita à base de soja fermentada, fungus Koji e sal. Há imensas formas de usar esta pasta deliciosa, mas a mais popular é misturar a pasta com caldo Dashi (um caldo claro, feito com algas marinhas e atum fermentado) criando assim a famosa sopa Miso. Se sentir a vontade de fazer um caldo Dashi autêntico, garanto que terá em troca uma experiência Umami* profunda. Ou pode também marinar e conservar vegetais crus, carne ou peixe numa cama de Miso durante alguns dias e deliciar-se com Misozuke. Eu tentei fazer Miso em casa, há uns anos atrás, com grão de bico. O resultado foi satisfatório, mas demorou quase um ano, então não tentei novamente.
 
*Umami é uma palavra de origem Japonesa que se refere a um dos cinco gostos básicos do paladar humano, entre o ácido, doce, amargo e salgado, Umami significa “saboroso e agradável” e está associado a alimentos que contêm aminoácidos.
 
O segundo é Tsukemono. Estes vegetais em conserva estão tão enraizados na cultura Japonesa que cada região tem a sua própria receita e especialidade. Fazer pickles depende do uso de vinagre, sal, açúcar, molho de soja, farelo de arroz e mais alguns ingredientes. Costumo fazer Tsukemono em casa porque as versões industriais, disponíveis em supermercados asiáticos, contêm químicos para conferir sabor e cor artificial, algo que eu prefiro evitar. Eu preparo gengibre cortado às tiras muito finas, em vinagre de ameixa, para preparar o chamado Benishouga, para o Katsudon que eu faço. Alguns pickles requerem dias ou semanas para alcançar o resultado perfeito, por isso escolhi partilhar uma receita simples, que requer de uma hora a uma noite.
 
Asazuke, significa “levemente em conserva”:

1.   Cortar nabo (200g) a meio e depois em rodelas de 2 a 6mm, cortar um pouco de malagueta, raspas de limão 2x2cm e alga kombu 3x3cm (cortada com a tesoura); o nabo pode ser substituído por couve chinesa, pepino ou aipo.

2.   Misturar 6gr de sal com os ingredientes descritos e massajar bem; a percentagem de sal deve ser 3% do volume do vegetal.
 

3 .  Cobrir e colocar um peso de 1kg em cima, para criar pressão; deixar repousar pelo menos 1 hora – até 8 horas.

4.   Escorrer a água usando uma peneira e servir com uma tigela de arroz japonês autêntico.
 

Pickles de Asazuke, uma taça de arroz branco e uma sopa de Miso vai-vos fazer voar até ao Japão.
Itadakimasu! Oishi Oishi! Arigato! Matane!*
Yoske Nishiumi

*Bom apetite! Yum Yum! Obrigado! Até logo!

 
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aquela magazine - fonte Karte desenhada por Diogo Rapazote
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